Produção de eventos , peças teatrais, palestras motivacionais e lítero culturais. Aqui você acompanha a trajetoria do poeta e compositor AC de Paula, pela estrada da música e da poesia. Seus livros publicados, suas músicas de sucesso, os prêmios conquistados, suas participações em festivais.
segunda-feira, 27 de março de 2017
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
PARCERIAS ZÉ ALEXANDRE www.acdepaulapoetaecompositor.blogspot.com.br
CLIQUE AGORA PARA OUVIR
"NÃO SEI FAZER BALADAS COMO AS QUE FAZ BELCHIOR!"
coloquei adrenalina, corpo, alma, e coração!
e por favor não se zangue meu barato é alegria,
me corre nas veias o sangue farto e ardente
da necessária poesia, digo e repito:
da necessária poesia!
o meu coração nativo desse tropical país
me dá razões e motivos pra cantar e ser feliz
canto noites estreladas, e as lindas manhãs eu sei de cor
mas não sei fazer baladas como as que faz Belchior!
e da noite, na calada, vou, prateado de lua,
cantando um velho blues que existe,
a voz como um dedo em riste,
pro poste da minha rua!
aprendi que nessa vida não,
não se deve sem razão,
bulir com a fera ferida
que se chama solidão!
Zé Alexandre & AC de Paula
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"NÃO SEI FAZER BALADAS COMO AS QUE FAZ BELCHIOR!"
NÃO SEI FAZER BALADAS COMO AS QUE FAZ BELCHIOR!
fiz uma balada nova, e nos versos da cançãocoloquei adrenalina, corpo, alma, e coração!
e por favor não se zangue meu barato é alegria,
me corre nas veias o sangue farto e ardente
da necessária poesia, digo e repito:
da necessária poesia!
o meu coração nativo desse tropical país
me dá razões e motivos pra cantar e ser feliz
canto noites estreladas, e as lindas manhãs eu sei de cor
mas não sei fazer baladas como as que faz Belchior!
e da noite, na calada, vou, prateado de lua,
cantando um velho blues que existe,
a voz como um dedo em riste,
pro poste da minha rua!
aprendi que nessa vida não,
não se deve sem razão,
bulir com a fera ferida
que se chama solidão!
Zé Alexandre & AC de Paula
PARCERIAS ZÉ ALEXANDRE GOMES
Sempre fui
admirador do Zé Alexandre e o conheci pessoalmente por ocasião da gravação do
DVD do meu parceiro Dimi Zumquê em
Ribeirão Preto. Depois nos encontramos acho que em 2015 no Festival de Andradas, no mesmo ano, creio,
fizemos, ele, eu, Tavinho Limma, e
Cícero Gonçalves uma viagem inesquecível de Extrema MG, onde estava sendo
realizada uma classificatória do Fenac, para Cruzília também em Minas.
Em 2016 o
reencontrei, juntamente com a Marcia Cherubim em um evento
que eles
fizeram juntos no Memorial da América Latina. Nessa ocasião a Marcia me pediu
para fazer uma letra pra ela pois estava pensando na possibilidade de compor em
parceria.
Dias após o
evento, eu terminei uma letra que enviei para ela, pensei então em fazer uma
parceria também com o Zé Alexandre mas era mais uma parada indigesta, fazer
letra para essas feras é muita responsabilidade.
Lembrei
então de uma música que eu tinha , achava a letra excelente, mas a melodia que
eu havia feito não me convencia muito. Pensei
repensei e então resolvi arriscar. Mandei a letra
por email para o Zé Alexandre com
o seguinte apelo LETRA ORFÃ DE MELODIA, se achar que vale a pena tentar, fique
a vontade
.
O título da
música era BALADA NOVA, (nunca fui bom em colocar título em música, acho mais
fácil fazer a letra rss). Ele me respondeu prontamente e disse, Deixa comigo!!
Dias depois me enviou uma mensagem no Whatsapp.
“Olha
AC eu fui lendo a letra e cantando a melodia, mas de repente eu parei e pensei:
Isso tá ficando muito Belchior” . De
repente eu dei de cara com o verso “não sei fazer baladas como as que faz
Belchior, que eu não tinha lido até
aquela hora. Aí depois daquela coincidência Liguei o botão do dane-se e segui
em frente. Acho que ficou boa”
Fiquei então na curiosidade de ver a musica pronta, com
letra e melodia, e dias depois lhe enviei uma mensagem.
“Quando achar um
tempinho pra gravar aquela Balada Nova, por favor me envia, não é justo só você
conhecer letra e música, rss, abraço.”
A resposta
foi “Rsss
dessa semana na passa....rss”
A ansiedade,
felizmente não demorou muito, dois dias
depois ele me enviou por email, e explicou que com certeza iria aparecer algum babaca pra dizer que era clone de
Belchior, então melhor escancarar logo no título, que ficou NÃO SEI FAZER BALADAS COMO AS QUE FAZ
BELCHIOR, além de ser auto explicativo deixa claro que somos fãs do cara e
fizemos uma homenagem pra ele.
No final de
Janeiro/2017 recebi essa mensagem: “Oi
AC bom dia! Bom está aberta a temporada de caça, quer dizer os festivias ne??
Tava pensando em colocar a nossa “Não sei fazer baladas como as que faz
Belchior” em Paraguaçu. Me parece que a ajuda de custo dá pra eu bancar um
baixo e uma batera! Que achas??
Acertados os
detalhes econômicos participativos ele disse; ”vou cair dentro então!
Vou correr atrás na produça de uma banda aqui de Poços..aí o custo é menor!
Abração! Só vai dar nós esse ano!“
Dias depois
saiu o edital do Festival de Andradas 25/26/27 de Maio, como ele não tinha nada
agendado resolvemos encarar também. Como também não tem banda de apoio em
Andradas ele resolveu que iria com a banda de Paraguaçu, pois já estava tudo
acertado com a rapaziada, baixo, batera,
guitarra e o Zé no violão.
Por enquanto
só da para curtir o áudio!
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Sheik e os caçadores do baú vermelho
ERA
UMA VEZ UM LUNÁTICO!
- Vô o
senhor já foi na lua!
- Não, o Vô
nunca esteve na lua!
- Mas então
porque que dizem que poeta vive no mundo da lua?
- É só uma
maneira de falar! Quando a pessoa pensa um pouco diferente da maioria, elas são
chamadas de lunáticas, quer dizer, que vivem no mundo da lua, são sonhadoras,
estão fora da realidade!
- Vô, mas
que mal faz a gente sonhar!
- Nenhum, só
que tem pessoas que acham que é só perder tempo, pois elas vivem muito ocupadas
com o corre-corre do dia-a-dia, em ganhar dinheiro, e esquecem que é preciso viver! Por isso elas
não têm tempo para brincar com as crianças e nem de ouvir os que elas têm pra
dizer!
- Ah!
Entendi! Eu gosto de falar com o senhor porque o senhor me escuta e não fica
dando risada das coisas que eu pergunto!
O Sheik
também achava que se navegar era preciso, sonhar era imprescindível! Por
exemplo, se todo mundo acreditasse só na realidade, o que seria das fantasias e
das necessárias ilusões?
O que seria
dos escritos do Vô Sem Parafuso se não fosse a participação, os comentários e
os incentivos da Rosana (a avó da Tayná),
do Jorge (aquele de cavanhaque e de cara
séria!), da Anna do Clarkbruno (metido
a chef de cozinha!) da Aline (xará da
menininha mimadinha), do Luiz Dias, do Zé Zevêdo, do Afonso, da Silvia
Mendonça (aquela da foto que lembrava o
Arlequim ou seria o Pierrôt?), do São Beto (já pensou o prestígio, até santo lia o que o Vô Sem Parafuso
escrevia!) e tantos outros?
Eles com
certeza, e o Sheik acreditava piamente nisso, também eram sonhadores, afinal é
preciso sonhar para concretizar a realidade! E de lunáticos eles não tinham
absolutamente nada, muito pelo contrário!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO 2014 Lançamentos
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